Início MUNDOCUBA ENFRENTA CRISE ENERGÉTICA SEVERA APÓS CANCELAMENTO DE IMPORTAÇÕES DE PETRÓLEO.

CUBA ENFRENTA CRISE ENERGÉTICA SEVERA APÓS CANCELAMENTO DE IMPORTAÇÕES DE PETRÓLEO.

por Redação Rádio Clube 91.5 FM
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Foto: Folha de SP/Divulgação

Fonte: Clube91.5FM
Cuba enfrenta uma das piores crises energéticas de sua história recente após o fim do fornecimento de petróleo, em meio à pressão dos Estados Unidos e à interrupção das remessas vindas da Venezuela e de outros parceiros.

Com os estoques de combustível quase esgotados, serviços essenciais e setores produtivos da ilha já começam a sofrer impactos significativos.

A escassez de combustível tem deixado aeroportos sem capacidade de reabastecer aeronaves e gerado cancelamentos de voos por companhias internacionais — incluindo rotas suspensas pela Air Canada e outras — devido à falta de jet fuel disponível no país.

Autoridades cubanas afirmaram que o combustível disponível será priorizado para garantir serviços essenciais à população e atividades econômicas fundamentais, em meio a medidas de emergência e racionamento.

IMPACTOS EM DIVERSOS SETORES

A crise de combustível está afetando:

  • Transporte público e privado, com longas filas nos postos e dificuldades para abastecimento;

  • Serviços de saúde e movimento de ambulâncias, que dependem de energia elétrica e combustível;

  • Turismo, um dos principais motores da economia cubana, com hotéis fechando ou reduzindo operações devido à falta de energia e combustível;

  • Linhas aéreas internacionais, que cancelaram ou redirecionaram voos por não poderem reabastecer na ilha.

A crise agravou-se em 2026, após os Estados Unidos imporem uma política que bloqueia remessas de óleo venezuelano para Cuba e ameaça aplicar tarifas a países que vendam combustível ao país caribenho.

Foto: Agência Routers

AUTORIDADES CUBANAS RESPONDEM

O governo cubano declarou que a crise decorre de pressões externas e anunciou medidas de racionamento e reorganização da economia para enfrentar a escassez de energia.

Fontes oficiais destacam que a prioridade é assegurar hospitais, serviços essenciais e setores indispensáveis da economia, embora a população já sinta os efeitos de restrições mais severas nas últimas semanas.

A crise energética também tem gerado pressão internacional e debates sobre o impacto humanitário e econômico dessa situação na população cubana.

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