Foto: Redes Sociais/Divulgação
Fonte: Clube91.5FM
Um homem de 24 anos foi preso em flagrante nesta terça-feira (13), suspeito de provocar um incêndio na casa da própria avó, no bairro Piratininga, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar, o caso aconteceu após uma discussão familiar envolvendo o desaparecimento do celular da idosa. Não houve registro de feridos pelo fogo.
De acordo com relatos de familiares à Polícia Civil, o suspeito ficou nervoso após ser acusado de furtar o telefone da avó. Durante a discussão, ele teria colocado fogo em um colchão, fazendo com que as chamas se espalhassem pelo imóvel.
O Corpo de Bombeiros informou que o incêndio atingiu principalmente dois quartos de uma casa de três pavimentos. O calor e as chamas provocaram danos estruturais aparentes, além de afetarem a rede elétrica, o que também levou ao acionamento da Cemig.
Materiais recicláveis e outros itens combustíveis encontrados na residência podem ter contribuído para a propagação do fogo, conforme informações preliminares dos bombeiros. Um cachorro da família morreu durante o incêndio.
Moradores precisaram deixar a casa
A Defesa Civil foi acionada para avaliar as condições de segurança do imóvel, mas precisou adiar a vistoria devido às altas temperaturas no local. Uma nova avaliação será realizada quando houver condições seguras de acesso.
Até quarta-feira (14), os moradores estavam temporariamente abrigados na casa de familiares.
Suspeito foi localizado após pedir atendimento médico
Segundo a Polícia Militar, o homem havia deixado o local quando os agentes chegaram. Posteriormente, ele procurou uma base comunitária pedindo ajuda para ir ao médico, alegando ter sido agredido por vizinhos.
Os policiais identificaram o suspeito e efetuaram a prisão. Ele foi encaminhado ao Hospital Risoleta Neves para atendimento. Conforme a PM, o homem utilizava tornozeleira eletrônica e tinha registros anteriores relacionados à violência doméstica.
A Polícia Civil requisitou perícia para apurar as circunstâncias do incêndio. O caso segue sob investigação.

