Início POLÍCIAMÉDICA É AGREDIDA DURANTE PLANTÃO EM UNIDADE DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA; SUSPEITA É DETIDA

MÉDICA É AGREDIDA DURANTE PLANTÃO EM UNIDADE DE SAÚDE DE JUIZ DE FORA; SUSPEITA É DETIDA

por Redação Rádio Clube 91.5 FM
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Foto: Redes Sociais/Divulgação

Fonte: Clube91.5FM
Uma médica foi vítima de agressão física durante o plantão noturno na Unidade Regional Leste, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, na noite de terça-feira (28). A suspeita, acompanhante de uma paciente, foi detida após o ataque, que teria sido motivado pela insatisfação com o tempo de espera para o atendimento.

De acordo com informações da Prefeitura de Juiz de Fora, a mulher reclamava que aguardava havia cerca de uma hora quando passou a agredir a profissional de saúde. Um agente de segurança que atua na unidade interveio rapidamente, impedindo que as agressões tivessem consequências mais graves.

Após a confusão, a Guarda Municipal foi acionada e conduziu a suspeita até a delegacia para as providências cabíveis. A administração municipal informou que a médica recebeu apoio institucional e acompanhamento da direção da unidade de saúde.

Até a última atualização do caso, não havia confirmação oficial sobre a manutenção da prisão da suspeita ou eventual liberação após o registro da ocorrência.

Violência contra profissionais preocupa

O episódio reforça a preocupação com o aumento dos casos de violência contra trabalhadores da saúde em Juiz de Fora. Nos últimos anos, diferentes unidades do município registraram agressões físicas, ameaças e intimidações envolvendo médicos, enfermeiros e demais servidores durante o exercício da profissão.

Em 2025, uma médica foi atingida por uma pedra enquanto realizava atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Já em 2026, um médico sofreu agressões em outra UBS da cidade, enquanto uma técnica de enfermagem também foi atacada durante o trabalho no Hospital de Pronto-Socorro (HPS). Além desses casos, outras ocorrências de ameaças foram registradas em unidades da rede pública.

Entidades ligadas à saúde têm defendido o reforço da segurança nas unidades, além da adoção de medidas educativas e jurídicas para combater episódios de violência contra profissionais que atuam na linha de frente do atendimento à população.

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