Início JUSTIÇAPOLÍCIA INVESTIGA ASSESSOR DE JAIR RENAN POR SUSPEITA DE AGRESSÃO CONTRA PRIMO EM FLORIANÓPOLIS

POLÍCIA INVESTIGA ASSESSOR DE JAIR RENAN POR SUSPEITA DE AGRESSÃO CONTRA PRIMO EM FLORIANÓPOLIS

por Redação Rádio Clube 91.5 FM
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Foto: Redes Sociais/Divulgação

Fonte: Clube91.5FM

A Polícia Civil de Santa Catarina investiga uma denúncia de agressão envolvendo Gustavo Schiphorst, assessor parlamentar de Jair Renan Bolsonaro. O caso teria ocorrido em Florianópolis, após a divulgação do resultado da eleição presidencial, no domingo (25).

Segundo a denúncia, Gustavo e outras três pessoas teriam participado das agressões contra o primo dele, Marcelo Ribeiro Delgado Júnior. A vítima teria sofrido ferimentos, incluindo três fraturas em um dos braços. A esposa de Marcelo também relatou ter sido agredida ao tentar defender o marido.

COMO TERIA ACONTECIDO A CONFUSÃO

De acordo com o depoimento da esposa da vítima, o episódio começou após garrafas de vidro serem arremessadas contra a residência do casal, onde estava o filho deles, de um ano.

Marcelo teria ido conversar com os envolvidos para pedir que a situação parasse e acabou agredido. Conforme os relatos apresentados à polícia, entre os suspeitos estão familiares e um amigo do assessor.

A família também demonstrou preocupação com as consequências dos ferimentos para a capacidade de Marcelo trabalhar.

JUSTIÇA CONCEDE MEDIDAS PROTETIVAS

A vítima e a esposa solicitaram medidas protetivas contra três pessoas apontadas na denúncia. Segundo as informações divulgadas, a Justiça concedeu os pedidos na terça-feira (27), determinando que os envolvidos mantenham distância mínima de 200 metros da família.

A Polícia Civil registrou uma ocorrência por lesão corporal e instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso. A investigação está sob responsabilidade da 7ª Delegacia de Polícia da Capital.

JAIR RENAN DIZ QUE AGUARDARÁ INVESTIGAÇÃO

Em manifestação, Jair Renan afirmou que conversou com o assessor após tomar conhecimento do episódio e que ouviu dele se tratar de um conflito familiar. O parlamentar declarou ser contrário a qualquer forma de violência, mas disse que aguardará a apuração antes de tomar decisões sobre o caso.

A reportagem que divulgou a denúncia informou que não conseguiu contato com Gustavo Schiphorst ou com sua defesa.

A universidade onde o assessor estuda também informou que encaminharia a ocorrência às instâncias competentes para avaliar possíveis medidas administrativas.

A investigação segue em andamento, e as acusações ainda precisam ser apuradas pelas autoridades.

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